Mesmo que Halo seja um jogo em primeira pessoa sobre matar alienígenas, muitas nuances foram responsáveis pelo imenso sucesso da franquia. São os pequenos detalhes que fazem uma grande diferença no resultado final de qualquer jogo e a trilha sonora é um dos, se não o mais importante, aspecto destes detalhes. Composta originalmente por Martin O´Donnel, as músicas da série Halo são uma das mais memoráveis em toda a história gamistica. A trilha foi programada para agir de acordo com a ação, o que chamam de "trilha dinâmica". Dependendo da situação, se for de combate, um tipo de música é tocado para dar mais empolgação, se for drama, a música é usada para comover e assim suscetivamente. São todas separadas para agir de acordo com o que acontece na tela. Algo similar acontece em Banjo Kazooie quando entramos em alguns lugares, a trilha muda de acordo com o tema. Simplesmente magnifico e para época (1999) foi inovador. Em Halo 2, a trilha foi mais "pop", tanto que a OST foi dividia em duas partes. A primeira além de todo o conteúdo sonoro do game, também vinha com os temas "inspirados por" com Steve Vai, Incubus, Hoobastank, e Breaking Benjamin. A segunda parte veio com obviamente todas as trilhas do jogo além de versões incompletas ou não lançadas no game original. Halo 2, ao contrário de seu predecessor foi gravado em double digital 5.1 surround sound, o que tornou tudo muito mais épico. Já em Halo 3 Martin quis retornar as origens para terminar a trilogia de forma épica e a mudança já refletia na forma pelo qual foi gravada. Ao contrário do segundo onde a maioria das músicas foram sintetizadas por computador, foi usado um coral com 24 vozez e 60 instrumentos gravados pela Northwest Sinfonia no Studio X em Seattle, Washington, o mesmo foi feito em Halo ODST. Já em Halo Wars, a trilha foi de Stephen Rippy que disse ter ouvido muito as outras músicas criadas por O´Donnel para os games anteriores. Incorporou o tema de Halo a novos arranjos com piano e orquestra sentindo que isso era necessário para criar o jeito "Halo" de ser. Ao invés de usar a Northwest Sinfonia, Rippy viajou para Praga e gravou com a Orquestra FILMharmonic antes de retornar aos EUA para concluir a trilha.
Bom, depois de tanto jogo inspirado no mesmo tema, mudar tudo é meio que desconfortante para quem é fã. As músicas serão conduzidas agora por Neil Davidge, ex-integrante do Massive Attack, ao lado deMat Dunkley, que já trabalhou nas trilhas de Dark Knight e Homem de Ferro. Segundo o que foi dito (leia-se, ordem microsofitiana), ambos acharam que era hora de seguir em frente e deixar para trás o antigo tema, o que significa que os cantos gregorianos que marcaram os outros títulos da série não estarão presentes. Espero desesperadamente não estarem querendo trazer o jogo para perto de Call of duty. Já vou preparar minha Hattori Hanzō para caso isso aconteça. Eu simplesmente odeio o jogo da Activision e já vou começar a colocar o nome do Kotick na boca do sapo por causar essa influência na industria. O que será de nós nessa indústria capitalista? ÓH céus.
Enfim, seguem abaixo mais imagens fresquinhas da gameinformer:









Aim guearalhow, estão acabando com minha reputação!
Beijundas....
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