A primeira vista, o game parece um No more Heroes com um tempero de Killer 7, mas não é para menos, já que Killer is Dead é uma produção da Grasshopper Manufacture, estúdio responsável por esses títulos. A cabeça por trás é Suda 51, um japonês doido que adora fazer a linha Quentin Tarantino em seus games, com sangue exagerado, decapitações sem sentido e história idem.
Você controlará Mondo Zappa, um cara de 35 anos que anda com uma katana gigantesca pendurada nas costas preparada para cortar a cabeça de qualquer bandido que encontrar pela frente. Parece digno, não?
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shut up or I´ll kill you!! |
Zappa ainda conta com uma arma embutida em sua mão esquerda que pode virar uma furadeira ou whatever lá o que você queira. Essa mão será essencial para sua progressão no game, já que ela absorve o sangue dos inimigos, permitindo que você execute ataques especiais.Só para variar, Zappa não tem a mínima ideia de como a mão foi parar lá, e quem se importa? Ele contará com a ajuda de suas colegas de trabalho Vivienne Squall, ex-mulher do personagem principal de FFVIII e Mika Takekawa, um sulista bacana que ta sempre jogando na live com a gente e decidiu virar trans neste novo jogo.
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Hi, this is Mariah Carey, and I´m here in the Mix Players. |
Enfim, vejam com os próprios olhos:
Talvez seja esse o motivo do sucesso dos jogos de Suda: As tosquices japonesas. Killer is Dead não quer ser um Gears of War, ou até mesmo um Uncharted, ele parece oferecer - assim como as primeiras obras do produtor - o que os produtores nipônicos tem de melhor: O surreal e Bizarro. Talvez se outras produções orientais como Resident Evil ou Final Fantasy seguissem essa linha de pensamento, não seriam considerados "caricaturas" de jogos americanos.
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